and so this is......

Então é natal, e essa música não sai dos meus ouvidos, e pelo que vejo o número de pessoas que não fica tão contente com essa data e bem grandinho.

Esse natal pra min vai ser bem murcho, sozinhho sem minhas mulheres amadas(Patrícia , Loren) eu estou perdido, houve um tempo que natal pra min era sinonimo de família reunida, mas de uns tempos pra cá as coisas mudaram, a família se foi e eu aqui sozinho,O natal nunca me despertou emoções, mas sempre tinha um clima que eu gostava, o ano novo tambem, apesar que pra min ano novo sempre significou vida nova, mas por motivos obvios.

O tempo passa e é difícil as coisas serem sempre as mesmas, mesmo gostando de rotina sempre mudou bastante, e esse ano que esta por vir não vai ser diferente tenho novos planos e tal... vamos ver o que dá, no mais feliz natal a todos e um ano novo, novo!!!!!!

Noite

Só queria um cigarro pra tirar esse carcoma que não me deixa dormir, que não me deixa ler.Essa angustia sem fim que encoberta os pensamentos, deixando-os esquecidos neles mesmos.

Que faz passar a mão no rosto pra exugar os suor do desespero na noite gelada, e ainda tem esse relógio que me destrói aos poucos com seu tic-tac demoníaco sem precisão.

Espio as janelas alheias, pra emagar a insônia, que engasga como areia...

Daniel Leite

encontro

Acendeu um cigarro só pra sentir o gosto da droga que ela usava, Bebeu um copo de whisky e sentiu a melancolia que lhe rondava.

Andou pelas ruas como um louco desvairado, pra sentir a euforia que ela tinha e lhe fazia rir e chorar ao mesmo tempo.Ficou submerso na banheira até quando pode, pra sentir a overdose que corria nas  veias dela.

Se masturbou no escuro violentamente, so pra ver como era o sexo que ela queria.Ficou na ponta dos pés à beira do Precipício, pra sentir a vida que ela escolhia.

Por fim chegou ao quarto, ninho de seu amor onde ela não passava de um cheiro no travesseiro... 

Daniel Leite

Ela

Estava no quarto, juntando suas coisas e colocando-as em uma mala velha, lembra que foi de sua mãe. No meio de suas lingeries estava perdida uma de Rebeca, e lembrou o porquê estava indo embora. Pegou a lingerie de Rebeca nas mãos e levou ao rosto, lembrou de como ela era bonita, Lembrou de como ja estavam acostumadas uma com a outra, como naquelas manhãs em que ao acordar encontrava Rebeca na cozinha preparando o café, com uma camisa curta que havia cortado e com uma calcinha minúscula,Sendo indiferente a ela, como se não tivesse sentimentos, mal sabia Rebeca.

Mas foi nessa manhã, essa em que ela arruma a mala, em que a rebeca se excedeu, ao encontrar Rebeca no quarto com Vitór seu melhor amigo, as lágrimas, lhe vieram ao olhos, seu rosto se enrubreceu de raiva, como podia ela?

Na carta que deixou em cima da mesa, tinha uma explicação:

Rebeca meu amor, já não posso viver assim com você sendo indiferente a min, minha vida esta se esvaindo, em amor e ódio, sei que nunca lhe falei diretamente sobre meu amor por ti, mas deixei claro em vários momentos em que passamos junto, sinto ter de lhe deixar, mas acho que vai ser mais difícil pra min, sempre te amei, e descobri que o amor doi.....adeus...

Ao ler a carta Vítor, lembrou da conversa que teve com Rebeca na noite passada, onde ela pedia que ele à ajuda-se a esquecer um amor impossível,o amor dela, pegou a carta e a comeu pois amava demais Rebeca que amava Ela.

Daniel Leite  

ela era assim.

Quando olhei na esquina, lá estava ela radiante como a luz ao amanhecer.Vinha com seus passos lentos, seus cabelos languidos e seus labios carnudos, o olhar me deixava com medo e segurança ao mesmo tempo, era extremamente temperamental, nunca se sabe o que esperar dela, pode ser um tapa ou um beijo seguido de uma mordida, pois era amorosa mas sempre selvagem.

Seu vestido preto, a deixava ainda mais perigosa bem ao estilo NIKITA, mas eu a adorava, amava mesmo,por mais que ela me tratasse como um cão sem dono, adorava ser o sem dono dela.

Chegou e me apertou as buxexas, fez meus óculos se erguerem na face, e me beijou loucamente. Saiu correndo como louca e me fez ir atrás dela sem saber aonde, aonde estava me metendo. 

Assim era ela, até que um dia, bem um dia tudo acaba, e pra gente acabou também, senti um frio percorer meu corpo, olhei dentro de seus olhos e realmente pude ver, o que estava acontecendo. Algo quente escorria pelo meu peito, o sangue espirrou no seu decote e escorreu entre os seios fartos, meu coração bateu como nunca, ela me soltou e eu demorei a cair, ainda lembro do brilho vermelho como o sol em fim de tarde, da faca que ela usou.ela era assim e eu fui...

Daniel Leite

belo e inteligente!

Em uma revista minha, tinha um entrevista com o Jonathan Safran Foer, eu gostei dele de cara,e tambem do que falavam do livro, mas como o livro ainda não chegou na biblioteca, e infelizmente a moeda corrente  nao é uma coisa que se ache em árvores eu ainda não comprei o livro. Isso me deixou um pouco ansioso, pois estou louco pra ler e não tenho como, fiquei mais ansioso ainda quando descobri que a tradução foi feita por Daniel Galera, escritor que também não tem na biblioteca e ainda não comprei..Acabei de ler a matéria abaixo no armazem e vou compartilhar com todos....

Extremamente belo & incrivelmente inteligente

Glaucia Lewicki

(JPG) É difícil achar a palavra certa para definir o último livro de Jonathan Safran Foer. Tentei usar, em uma conversa, a palavra “comovente”, mas achei que soava piegas, o que não combinava, em absoluto, com o livro. Apelei, então, dizendo que era “comovente, mas não era do tipo que faz você chorar”. E ressalvei: “é comovente e, no entanto, faz você sorrir. Mas não é engraçado. Quer dizer, é. Mas muito triste ao mesmo tempo”. Foi em meio a esse turbilhão de adjetivos inadequados e emoções conflitantes que a palavra “patético” me veio a mente. Temos o hábito de ligar “patético” à palermice. Mas uma situação patética, levando a sério a definição do dicionário, não evoca a idiotice. Fica entre o choro e o riso, comovendo a alma e despertando um sentimento de piedade ou tristeza. Uma situação patética confrange, toca e expõe as fraquezas humanas como um espelho, provocando, ao mesmo tempo, um nó na garganta e um sorriso no canto da boca do leitor.

Oskar Schell, o protagonista de Extremamente Alto & Incrivelmente Perto é um dos mais interessantes meninos de nove anos que o leitor conhecerá, durante muitos anos, na literatura contemporânea. O garoto é uma figurinha inteligente, espirituosa e carente, dono de habilidades, manias e idéias originalíssimas. Um dia, o mundo de coleções, cartinhas para cientistas famosos e caças ao tesouro de Oskar cai, literalmente, por terra, quando o pai, seu maior amigo e companheiro, morre no atentado das Torres Gêmeas. A última caça ao tesouro proposta por ele permaneceu sem resposta. Aliás, toda vida de Oskar parece sem resposta, até o dia em que ele encontra no closet do pai uma misteriosa chave. Ela está dentro de um envelope, onde se vê escrita apenas uma palavra: Black. Black pode ser muitas coisas, mas, enquanto permanecer sem significado para o menino, será apenas escuridão. Em busca da solução do mistério, Oskar varrerá os cinco distritos de Nova York à procura de uma fechadura para a chave. E de um sentido para sua vida.

Como em quadro de Hopper, o livro traz à tona uma solidão sufocante. Mas é extremamente belo e incrivelmente inteligente. Os personagens que surgem ao longo da busca desse pequeno príncipe pós-moderno são, em sua maioria, comoventes e originais. O olhar agudo e, ao mesmo tempo, infantil de Oskar torna tudo e todos não apenas interessantes, mas inesquecíveis. E a criatividade de Jonathan Safran Foer torna a busca de Oskar ainda mais instigante, ao lançar mão de fotografias, gravuras e tantos efeitos especiais gráficos quanto se pode usar em um livro para adultos. É quase um livro-instalação, feito para ser lido, tocado, revirado, investigado. E sentido, mais do que tudo. Pois o autor foge do cinismo que, tantas vezes, impera na literatura contemporânea, e faz a difícil opção pelo sentimento. Escrevendo de forma extremamente trágica e incrivelmente cômica, ele revela-se um mestre na construção de cenas patéticas, com tudo de tocante e poético que o verdadeiro significado dessa palavra encerra.

Jonathan Safran Foer, nascido em 1977, é um dos mais cultuados escritores da nova geração americana. É casado com Nicole Krauss, autora de A História do Amor, publicado nos Estados Unidos em 2005, no mesmo ano de Extremamente Alto & Incrivelmente Perto (no Brasil, o livro foi publicado esse ano, pela Companhia das Letras). Ao ler marido e mulher, é possível sentir uma semelhança na maneira de escrever e construir seus personagens e tramas. Mas, longe de fazê-los soar como cópias um do outro, esse regime de “comunhão total de pensamentos” só dá ao leitor a impressão de que ali há um casamento perfeito de estilos e idéias.

se alguma das duas pessoas que lêem esse blog, já deram uma olhada no livro de José Luís Peixoto, aqui vai um materia tirada do armazem!

Direto de Portugal: José Luís Peixoto

Fernanda Garrafiel

(JPG) Na Festa Literária de Paraty de 2005, um jovem escritor português balançou os corações femininos com suas declarações marcantes, sua simpatia e seus olhos claros. Uma das grandes promessas da literatura portuguesa contemporânea, José Luís Peixoto nasceu em Galveias, Portugal, em 1974. Escreve desde os 16 anos e começou com poesia, passando depois à prosa. Escreveu seu primeiro romance, Nenhum Olhar, com 26 anos. Nenhum Olhar foi publicado em 14 países, inclusive o Brasil, e recebeu o Prêmio José Saramago de 2001. José Luís também publicou Morreste-me (Prêmio Jovens Criadores 97), A Criança em Ruínas (poesia), Uma Casa na Escuridão (romance), A Casa, a Escuridão (poesia) e Antídoto (prosa). Além disso, o autor escreve para diversas publicações portuguesas e estrangeiras.

No Brasil, muitos escritores precisam realizar diversas atividades paralelas para se manter. Vive-se de literatura em Portugal?
É bastante difícil viver apenas da literatura em Portugal. Creio que é assim em todo o mundo. No entanto, com alguma sorte, tenho conseguido viver daquilo que escrevo desde a publicação do meu primeiro romance.

O que um prêmio como o José Saramago significa para a carreira de um jovem escritor como você?
Para mim foi um prêmio muito importante. O número de pessoas que sentiram curiosidade de ler aquilo que já tinha escrito aumentou significativamente.

Você esteve no Brasil, para a FLIP. O que achou do país, das pessoas, do evento?
Já estive em diversos eventos literários em vários países e, entre todos eles, a FLIP foi o que mais me marcou. Nunca tinha estado presente num evento onde existisse um entusiasmo tão grande por parte do público. Foi realmente maravilhoso. No que diz respeito ao Brasil, felizmente já tive oportunidade de visitar diversas cidades do país. Em todas elas encontrei uma riqueza cultural e humana absolutamente ímpar. É um país ao qual tenho sempre vontade de regressar.

Falando sobre Nenhum Olhar: eu achei o livro perturbador, pela história, pelos personagens, pela desesperança. É um livro que dá margem a muitas discussões. Qual foi a receptividade do público à história? Você teve este retorno?
Acho ótimo que a leitura de Nenhum Olhar a tenha perturbado. Muitas vezes, é bom haver livros que nos perturbem. A receptividade a esse livro e à sua história foi muito maior do que eu poderia ter imaginado enquanto o escrevia. Já encontrei todo o tipo de reações. Gosto de imaginá-lo como um livro que nos fala daquilo que pode acontecer se não percebermos constantemente que estamos vivos e, por isso, temos a obrigação de aproveitar a vida. Desde que foi publicado que já tive oportunidade de contactar com centenas de leitores e a maioria também o sentem dessa forma. Alguns desses leitores acabaram se tornando amigos próximos. Esse foi o caso de vários brasileiros com os quais tenho mantido estreito contato.

Em Nenhum Olhar, a dor, o sofrimento e a morte são uma presença constante. Quanto da pessoa do José Luís Peixoto está contido neste quadro? O livro reflete seu estado de espírito?
Acredito que as pessoas são sempre maiores do que os livros. Qualquer pessoa é maior e mais complexa do que qualquer livro. Esse livro foi escrito por mim, por isso, é evidente que muito daquilo que compõe se enquadra com aquilo que sou. Ainda assim, gosto de pensar que sou muito mais do que apenas isso. O meu estado de espírito não é só um. Como qualquer pessoa, tenho muitos estados de espírito.

Todos os personagens têm um nome bíblico. O próprio demônio une e também separa os casais. Por que esta relação da história com a religião? Você é religioso?
Existe uma relação desde livro com a religião a vários níveis. Prefiro, no entanto, que sejam os leitores a encontrarem essas relações e a fazerem as suas próprias interpretações. Essa particularidade do demônio, por exemplo, é um dos casos em que uma questão se coloca ao leitor. Deverá ser ele a interpretá-la. Não considero que a minha interpretação seja mais válida do que a de outra pessoa qualquer. No que diz respeito à religiosidade, creio que essa é uma marca civilizacional a que nenhuma das pessoas que tenham nascido neste último século (pelo menos) podem escapar. Pela minha parte, tenho a minha própria religiosidade que, atualmente, não se enquadra com nenhuma confissão religiosa que conheça, mas que existe.

As mulheres de Nenhum Olhar não têm nome: são chamadas a cozinheira, a prostituta cega, a mulher de José. Ao mesmo tempo, são personagens chave, e sempre envoltas em dúvidas a respeito da sinceridade de seus sentimentos. Por que?
Não concordo que seja posta em causa a sinceridade dos seus sentimentos. Concordo que sejam personagens-chave. Aliás, esse foi um dos motivos que me deu confiança para não lhes dar nome. A sociedade onde esse romance se passa é muitas vezes machista e pouco respeitadora da individualidade das mulheres. Ao não lhes dar nome, quis denunciar essa atitude e quis mostrar o quanto é injusta.

Você está escrevendo um novo livro? Quando será publicado? Fale um pouco sobre a história.
Neste momento, estou terminando o meu terceiro romance. Este é o romance bastante mais optimista e luminoso do que Nenhum Olhar. O sentimento que escolhi tratar nas suas páginas é a ternura. Espero, no entanto, que seja publicado em breve no Brasil o meu segundo romance. Chama-se Uma Casa na Escuridão e trata-se de um romance que, em muitos aspectos, suplantou o sucesso de Nenhum Olhar. Estou muito curioso em relação à reação dos leitores brasileiros.

uma pestilência em minha vida
 

È uma pestilência se deu em minha vida, vou lhes relatar como isso se deu.A algumas semana uma tal de varicela atacou minha pobre filha e eu me encarreguei de tomas conta dela.Varicela e uma daquelas coisas que quando se é pequeno, todos os seus amigos pegam, vulgarmente conhecida como catapora, é essa mesma, você já conhece né....

Pois é eu nunca peguei essa merda, ou melhor,nunca tinha pego.Até que no domingo passado eu me infectei com essa merdinha.

Bom até ai tudo normal achei que ia ficar todo pintadinho de vermelho e só. Infelizmente a coisa e bem ao contrario, um súbito mal estar tomou conta de meu ser e me deixou de quatro.. Fazer o que?

Entre banhos de madrugada e noites em claro finalmente as coisinhas surgiram em minha pele, mas parecia um calo e por incrível que pareça, uma coisa tão pequena incomoda em proporções temíveis a qualquer grandalhão ai....  

Agora já estou consideravelmente melhor, já vou voltar as minhas atividades normais e logo estarei em plena insanidade de sempre, a única coisa que me serviu essa peste foi pra por as idéias em ordem e em seguida vocês serão testemunhas disso pois darei inicia a uma serie de contos sobre as viagens de minha vida...

 

E o LULA GANHOU !! è pra chorar

 

 

Família

O coisinha complicada de se lidar

as vezes é melhor não ter com quem contar

não ter a quem contar 

não ter a quem preocupar, não ter a quem procurar. será?

lembro de minha infância quando nos domingos tinha a macarronada, em que a tia marta( que não era tia) vinha participar, tinha a tia Diza pra me cuidar, tinha o programa de calouros do silvio.

Era tão simples, lembro da briga, do puxão de orelha pela travessura,quando eu ia pro quarto prometendo fugir e juntava uma pilha de cacarecos e enrolava em um cobertor e dizia que ia embora, parecia até um Eduardo Marciano da vida.

Mas agora tem uma coisa diferente daquela epoca, antes, quando eu dizia que ia embora eles não davam bola, mas agora ja fazem 4 anos que não estou em casa e eles aindam não acreditam!! e me suplicam a voltar....

vai entender...

Foi dai que saiu esse esquema de votar com o nariz de palhaço, de participar da palhaçada, tirei essa imagem do blog do ferrez, eu não usei o nariz que comprei porque justifiquei meu voto, mas, me deram uma chance e vai ter segundo turno, vou poder transferir meu título e fazer parte da palhaçada.....

Vamos nessa, vamos declarar de uma vez por todas que fazemos papel de palhaço, nesse lindo ato de votar, nesse lindo ato democrático de participar da escolha dos nossos belos candidatos.

A única coisa triste é que os palhaços não merecem essa comparação, mas eles entendem o sentido figurado da coisa.
uma realidade é: temos que rir para não chorar.
Até amanhã...pessoal, num novo horário, num novo escandalo.
by ferrez.
 
Por hora!
in this world.

todos os dias pela manhã, logo depois que deixo minha filha na creche venho sozinho pelo caminho de volta, geralmente ( pelo menos agora) vou até a biblioteca pública leio os jornais , bom pelo menos o que me interessa, dou uma olhada nas revistas semanais, olho as pessoas que circulam pela biblioteca, sei lá mas sempre olho as pessoas, pra saber o que fazem como fazem, como pensam, o que pensam de mim, coisa de louco. 

depois disso geralmente perto das 11:30  vou até o centro e espero minha esposa almoçamos sempre no mesmo lugar, depois cafézinho na papelaria. horário dela trabalhar deixo ela e volto pelo mesmo caminho sempre, alternando entre uma passadinha no sebo ,ou então como hoje, me interno na internet....volto pra casa dou uma lida em um dos três livros que estou lendo, não por ser ou querer parecer intelectual, mas por que sou aguniado e pego os livros que quero ler todos de uma vez, e quando um fica chato leio o outro....

pego a minha filha na creche e volto pra casa, banho,café, jornal, horário político, novela,jornal da globo, jô soares, intercine, copo-de-nescau, uma leitura básica, e vou deitar sem sono geralmente mas durmo muito rápido..

Muitas pessoas tem suas rótinas, nenhuma igual a outra é claro umas mais interessantes, outras um pouco monótonas, mas sempre vivemos na rótina, vivemos reclamando das nossas vidas, de como gostaríamos de fazer uma viagem louca, de amar de novo, de comprar uma roupa nova, de mandar o chefe tomar no meio do cú dele com areia grossa do recife, mas a rótina, a AVASSALADORA rótina , nos prende, tira nossa liberdade.

Quando posso leio as revistas Trip e TPM, amo essas revistas,nela sempre vejo exemplo de pessoas que fizeram alguma coisa que eu gostaría de ter feito e não fiz ou então que pretendo fazer, mas só pretendo. mas também vejo essas pessoas presas por certas coisas que as tornam quase tão fúteis quanto eu, pessoas que as vezes admiramos são tão normais ou loucas quanto.

caminhamos ao futuro com uma televisão na cabeça, com a placa da internet wireless inserida no nosso rabo, com o celular tocando e vibrando, nos ouvidos ouvindo o som do meu ipod com mais de trocentos bytes de musica e videos e seja la o que for, mas sempre presos a rótina.

gostaria de escrever mais, mas meu tempo na internet e pago e bem pago,e tenho que terminar minha rotina diária.

 

to be continued......... 

 

Lonely drunk

Achei muito bonito esse texto que tirei do blog, atirenodramaturgo vou pôr ai pra quem não viu ver.

Eu moro sozinho. Eu durmo numa rede. Sozinho. Eu ando sozinho por aí. Também ando acompanhado. Mas nem sempre me sinto sozinho. Só às vezes. Sozinho ou acompanhado. Eu aprendi que a solidão é algo que eu carrego dentro de mim. Solidão não é descer a Rua Augusta sozinho de madrugada, admirando as garotas na calçada. Solidão não é atravessar as ruas totalmente bêbado, descer as escadas do Gruta e não encontrar ninguém pra jogar bilhar, e ficar dando voltas em torno da mesa girando um taco imaginário. Solidão talvez seja ouvir as bolas caindo na caçapa. Solidão não é uma casa no meio da neve. Solidão talvez seja minha avó contando histórias de assombração. Um garoto de doze anos chorando sozinho numa cama com saudades de casa. Solidão não é ter o telefone desligado na sua cara. É você ouvir notícias de um país distante num rádio velho. O que eu quero dizer é que há pilhas de romances e poemas sobre a solidão. E você acha que eu nunca sinto medo? Eu penso em Hemingway com a espingarda na boca e Silvia abrindo o gás. Estamos chegando perto demais? O velho bêbado apaixonado pela garota de 23 anos e sonhando em fugir com ela pra Las Vegas. Existe algum outro tipo mais cruel de solidão? Não estou vaticinando meu fim. Estou sussurrando em seu ouvido um segredo. Você faz o que quiser com ele. Pensa bem se isso também não é solidão. Saber é solidão. Não é você ser abandonado no meio do mar. É você ter consciência num navio de bêbados.  Não é uma tempestade sobre a cruz no Gólgota. É aquela cidade onde o sol nunca se põe. A solidão não é uma senhora de capuz parada na beira da estrada. Talvez seja o padre vociferando no púlpito. A solidão é um show de rock and roll e a garota gordinha modernete e cheia de opiniões e que vai voltar sozinha pra casa enquanto sua amiga burra e linda ficou com o guitarrista da banda. Não é o sujeito no caixão com as mãos em torno do rosário e o nariz entupido de algodão. Isso não é solidão. A solidão é o velório que sempre foi uma piada triste. A solidão é a passagem dos dias.  A solidão não é um blues de Corey Harris. A solidão é o carnaval. A solidão é um farol. Eu apenas me deixo guiar. A solidão vai durar eternamente.  O dia que eu sentir que não pode mais ser assim, juro que dou um jeito nisso. Ou então como diria o último boy scout, eu arrumo um cachorro.

 

 
 Escrito por Mário Bortolotto

Só vim aqui pra lembrar !!

 Dizem que o mundo da muitas voltas, e que nada acontece por acaso. Eu não tenho certeza de nada disso, mas ianda lembro daquele verão!

Lembro do clima com precisão, do cheiro daquele dia, pra onde o vento soprava, soprava e inundava meu nariz com o cheiro de seus cabelos limpos.

Lembro do primeiro olhar, do primeiro toque de mão, do gosto do primeiro beijo,lembro do primeiro abraço na noite fria, das noite em claro pensando na sua beleza doce e ingênua.

Lembro das horas escondidos, de braços das pernas. Lembro dos sonhos impossíveis e da vontade de voar pelo mundo somente pelo amor sem medo de nada....

Lembro agora também do medo, que as vezes se fazia presente e da luz que estava por vir e nunca deixar nada esmaecer. 

Ainda lembro também das noite de domingo que passavam tão rápido, e não viamos a hora de um novo dia chegar para juntos sonhar um pouco mais...

Muitas coisas passaram e muitas dificuldades vieram, e nada foi como nos sonhos algumas despedidas e algumas palavras duras,mas mesmo assim tem um acoisa que eu ainda lembro, que na verdade nem lembrança é póis ela ainda existe....

Lembro da ansiedade que sentia quando lhe disse aquilo, de como pensei se não estava sendo precipitado,minhas mãos estavam suando, eu sabia que era verdade talvez  a única verdade que eu tinha ali a pronta entrega. Você ainda lembra?.....

hoje de manhã quando acordei senti uma dor no peito não sabia exatamente o que era, mas estava doendo muito. A única coisa que lembrei na hora dessa dor foi daquele dia de verão ainda em que eu disse; eu te amo e nunca vou te deixar!

Hoje vim aqui nesse lugar, porque no luagr onde tudo começou não posso voltar, olhando o mar vejo que realmente não pertenço a ele, alias sem você não pertenço a lugar nenhum, mas a escolha não é minha......

 

Outro dia no JN, vi uma reportagen sobre um pai que mantinha a esposa e a filha dentro de casa trancadas,quando o sujeito foi preso , em entrevista disse que não se arrependia de ter mantido as duas trancadas,pois elas tinham que fazer as vontades dele, (Machista do Caralho) a Criança foi levada para uma escola e não sabia nem o que era um torneira com água corente, não sabia como brincar, pegava o brinquedos e logo soltava.( Foda né)

No livro da jornalista norueguesa Åsne Seierstad O Livreiro de cabul, ela tambem relata em alguns trechos situações de machismo e supremacia masculina, la as crianças ao invés de irem a escola estudar, aprendem a fazer medias de quantas balas podem matar tantas pessoas....

Outro dia estava lendo um  texto na revista Caros amigos escrito por Ana Miranda, em que falava sobre o amor das crianças, de como elas não sabem o que é relamente o amor mas sentem isso da forma mais sublime que a palavra possa significar. relamente as crianças tem uma simplicidade, uma forma bela de ver as coisas, que nos estamos destruindo, tornando as crianças cada dia mais alienadas e consumistas, os pais antes severos demais, agora perderam o senso de limites. e as crianças estão virando adolescentes antés da hora, e os adolescentes virando  adultos babacas antés da hora. A algumas semanas atrás minha esposa estava com meu sobrinho em uma loja e perguntou se ele gostaria de um boneco do MAX STEEL, ele respondeu pra ela que não, pois o boneco do MAX STELL estava fora de moda....vai entender.

Estou lendo o livro do filosófo Mario Sergio Cortella, e em um trecho do livro ele diz que as crianças não sabem mais como brincar somente com a imaginação,inventando personagens e se divertindo, somente com a mente...

Quase sempre nos perguntamos o que será do mundo daqui a alguns anos, e so olhar para como estamos criando as pessoas que no futuro faram esse mundo.....

Bem Como internet ainda é uma coisa de Poucos( pelo menos pra min) demorei um pouco para poder escrever  aqui.

Estava lendo o blog de um amigo meu, e achei um assunto que a tempos me tira o sono! e que esta sendo o tema de minha primeira tentativa de escrever uma peça de teatro.

Os Valores morais que se fazem verdades absolutas diante daqueles que se limitam a pensar como a massa dominante!!

É engraçado e ao mesmo tempo me encomoda como as pessoas se limitam a serem reflexos de uma sociedade absurda, seguindo eternamente o mesmo padrão de agir e pensar,Eu realmente não sou um cara inteligente ou intelectual. Mas procuro ter no Mínimo, um pouco de cultura, procuro entender e questionar,o máximo possivél as coisas. Quando minha filha tiver mais idade não quero ter respostas prontas pra ela quero que ela questione muito.

Uma Coisa que me deixa puto e ver no programa Altas Horas, aquela parte em que o Serginho estrevista alguém da platéia, e você nota que as pessoas que são entrevistadas raramente tem um assunto legal, pode ser que na hora, ela fique com vergonha ou coisa assim, mas não entendo como tem pessoas que parecem não se preocupar com o nivél de cultura, hoje na era da comunicação facíl......

Voltando ao assunto do texto do blogamigo, ele questiona quem impôs essas morais absurdas que todos seguem. Não tenho a resposta, e não sou o dona da verdade mas vocês já pararam pra pensar em quantos dos preconceitos e dos padrões que supostamente devemos seguir, tiveram seus fundamentos na IGREJA CATOLICA!????

 

 Bem Quero deixar aqui um Feliz Aniversário para minha linda Filha, que hoje Completa 4 anos de idade, á cinco anos atrás não imaginava  como seria minha vida hoje , hoje não imagino minha vida sem elas!!   

[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: